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sexta-feira, fevereiro 13, 2009

die menschliche Natur

Können so viele Widersprüche in meinem engen Herzen wohnen?

É muito simples. Partam sempre do pressuposto de que eu não estudo letras germânicas à toa. Goethe do Sturm und Drang (não o Goethe do Klassik), Kleist, Novalis e Schopenhauer. Tudo embasando teoricamente a minha Idéia de vida e a vocação humana para o trágico.
Não se trata somente de história de vida. Ela foi apenas o ponto de partida.

terça-feira, fevereiro 10, 2009

God laughs


Juno vai passar no Telecine am Valentinstag. ARE YOU FUCKING KIDDING ME, GOD?!?

quinta-feira, fevereiro 05, 2009

Das motivações

Acho que esse mês, quando eu receber, jogo tudo pro alto e vou, literalmente, gastar tudo em livros. Têm pelo menos três que eu quero comprar. Isso porque o meu " The hours" já chegou e está lá, esperando o dia 10 para eu ir buscá-lo na Da Vinci.
Não é só porque eu não aguento mais olhar praquele bloco de concreto da Uerj e nem estou afim de fazer nada que ler e pesquisar se enquadraria nesse quesito. Mas quero ler e pesquisar o que eu quiser.

terça-feira, fevereiro 03, 2009

sexta-feira, janeiro 30, 2009

Deleted

Hoje apaguei umas fotos do meu computador. Elas ainda existem no meu e-mail, mas o fato de eu as tirarem de vista, foi o que fez diferença. Não, antes que todo mundo comece a especular, não é foto de ex. São fotos de uma pessoa que é (foi, na verdade) bem, mas beeeeeeeeeem menos que isso. Mas ainda estavam aqui porque eu achava uma pena.
Bem, não acho mais.

quinta-feira, janeiro 29, 2009

Trabalho

Quando acabar esse período e as um milhão de coisas que eu tenho que fazer (e não estou fazendo), eu quero escrever um artigo (?), pseudo - artigo, ah vai gente, um trabalho acadêmico intitulado (provisoriamente) " O elogio da loucura no conto A imitação da rosa". Nada original, eu sei.
Mas eu tenho um ponto de vista diferente sobre o assunto. Tendencioso, até, eu diria.

terça-feira, janeiro 27, 2009

Das futilidades

Hoje eu aprendi, na aula de alemão, numa letra de música do Die Ärtze, a dizer que, "para eles, o amor é como uma perda de sêmen" (eles = os homens). Ainda bem que sou fancha.
Hoje comprei mais um esmalte vermelho e as unhas crescendo ligeiramente como sinal de que não me envolverei com ninguém assim tão cedo.
Hoje ouvi a sonata no. 2 de Chopin e pensei que não há música mais perfeita para se dançar balé. Pensei nas bailarinas de caixinha de música.

sábado, janeiro 24, 2009

Coitada

Não são exatamente quatro anos jogados no lixo. Mas fantasias sempre estão longe de se tornarem realidade.

quinta-feira, janeiro 15, 2009

Mal humor.com - parte 2

Sabe outra coisa que me deixa muito puta da vida?
As pessoas ficam se enchendo das opiniões alheias quando descobrem um amigo em comum, antes de realmente se conhecerem. Então, sinceramente, why bother?
E o mais importante: pra que se dar ao trabalho de mentir sobre isso, se é pra puxar a ficha inteira da pessoa pela internet?
Sinceramente, daqui pra frente vou mandar todo mundo olhar todos os meus meios virtuais, confabular com todos os amigos em comum pra depois perguntar: E aí, tem certeza? Vale a pena ser meu amigo/me conhecer? Ou é too much?
Ah, porra!

quarta-feira, janeiro 14, 2009

Mal humor.com

Ok, eu sei que bastante tem a ver com a prova horrível que fiz hoje. Mas eu acredito no mal humor como estilo de vida. E voltando pra casa (e agora que abri meus e-mails) estava pensando como seria bom dar algumas respostas do tipo House.

Outro dia, estava falando com um contato recente de msn, que fez a seguinte pergunta:
- What do you do (for living)? é claro que a pergunta foi completa e em português, mas se eu reproduzisse fielmente, minha resposta não teria graça.
- Not you.

Outra... certa pessoa resolve "sair um pouco de cena" da sua vida. Ou melhor, trocar de papéis. Mas de alguma forma quer (?) continuar presente. Não dá vontade de dar uma de debochada e cantar Superafim do CSS "vê se me esquece, eu cansei. Agora vê se se toca que eu me toco também, eu sou sereia e não preciso de ninguém"?

terça-feira, janeiro 13, 2009

Escolhas

Psic.,
apego exagerado, doentio, a uma pessoa ou a uma coisa.

Olhei no dicionário porque aquilo me parecia estranho. Uma coisa estranha de se dizer em tão pouco tempo. E era fato que eu, passaria um bom tempo pensando e falando sobre aquilo numa tentativa de captar qualquer sinal que eu tenha perdido (o que, honestamente ainda não consegui) - talvez não exista mesmo e eu deva me "conformar" com isto.
O problema é que, sendo de letras, quando algo me é dito ( e isso não deve acontecer com todo mundo de letras, eu suponho) e eu não consigo entender o que e como e porque aquilo está sendo dito e tendo esgotado todas as demais possibilidades, eu, num movimento contrário à toda a minha formação acadêmica e ao meu gosto pessoal, começo uma análise da conversa mentalmente, analisando todos os aspectos do diálogo o qual me deixou perturbada. E neste, o que mais me incomodou foi o uso de um determinado verbo.
Tal verbo é bem presente na minha vida, e por mais que as pessoas não gostem de admitir, na delas também. O que procurei foi o verbo substantivado. Não sei porque, achei que, nele, acharia algo de distorcido e doentio, uma confirmação. Eu as tenho, sempre vou ter. Mas acho que este tipo de coisa, vem manso para se instalar quando você não está atento e quando vê, não tem mais o controle. Não em quatro dias.
Mentira, então? Não, pode até ser que não seja. Mas achei interessante, a escolha do verbo.

sexta-feira, janeiro 09, 2009

Tempos

Aqui, bem aqui, e na minha vida, e no meu diário eu digo: apesar dos planos, eu não tenho futuro.
O tempo verbal do aqui, é presente, também sem passado, porque o passado está dentro do presente. Sempre, pra sempre. Ordens minhas, talvez eu prefira assim, talvez eu prefira passar a vida toda lambendo minhas feridas, que vão carinhosamente se entranhando e se tornando parte de mim.
Já deviam saber que, da minha vida, não é possível sair. Talvez, ao invés de ser Alice, ou o coelho ou mesmo a Rainha de copas, ou até o espelho, eu não seja o buraco, as pessoas ficam curiosas e caem.

sábado, janeiro 03, 2009

Vila Isabel

Um leve cheio de cigarro em todos os objetos da casa, música ruim, calor, calor, calor. Video game, conversas até a madrugada, palavrões despejados em uma em cada cinco palavras, comida bem temperada, cachorro...

ah, minha infância, irmã e primo em Vila Isabel...

The beggining is the end and the end is the beggining

Como é que pode o começo de qualquer coisa ser tão, tão fácil quando você sabe que o que vem à frente é tão, tão difícil? Mas é encantador e fofo e adolescente and you get carried away. E como eu sou sempre carried away sem pensar...

vai com calma, vai com calma. Mas alguém tem q impedir meu pé de fazer a travessia. Because I´m almost half way there.

quarta-feira, dezembro 31, 2008

Secundários papéis

Outra coisa que sempre me chama atenção, sempre que vêem ou me ouvem falar sobre o meu projeto de livro ou o meu diário, me perguntarem:

Eu estou no seu diário?

ou

Eu sou um personagem no seu livro?

Como explicar que, no meu diário, eu estou. E o nome com o sublinhado embaixo, é o meu? O lugar de destaque, é o meu. O personagem que divide a cena comigo, é mais ou menos como o que divide a cama comigo e o meu golfinho, ele cambia.
E no livro, que eu ainda não comecei a escrever, personagem? A pessoa que me pergunta isso já é um personagem. Como dizer: Não. Eu que sou um personagem na tua vida.

Going

Engraçado como que, em véspera, ou na semana do ano novo, a família inteira se reúne para dar ordem às coisas, como se fosse um pecado ter um tiquinho de poeira ou uma roupa fora do lugar no momento em que um ano dá passagem à outro. Menos eu. Bizarramente, hoje, um passarinho - não sei o nome - daqueles bem comuns no Rio de Janeiro, com a barriga amarela, entrou no meu quarto fazendo o maior estardalhaço no melhor do meu sono. Como, durante esta semana inteira eu já ostentei um humor daqueles, já levantei reclamando do maldito, meu gato achando que tinha virado o frajola e tirado a sorte grande, porque, afinal depois de tantos anos apenas observando essas aves pela janela, nos entra um pela nossa janela, sobrevoa a casa, pousa nos móveis e pede pra sair, desesperado, pela janela da sala.
A minha cama, ainda está uma bagunça. Não estou com a menor pressa apesar dos gritos da minha irmã, achando que eu vou fazer alguma coisa porque ela quer. Não vou. Bagunça... the mess. Não vou nem comentar sobre a minha vida, porque ultrapassou o ponto da bagunça, eu já não sei mais classificar o que é. As vezes tomar uma dianteira que, há anos, meses, semanas, segundos atrás eu não sabia se podia ou conseguia, as vezes ser arrastada e ir, sabe? Ir.
Sem brincadeiras ou respostas padrão como diz um certo amigo meu, eu tenho ido. Talvez estes dois verbos sejam o que de mais perto chega de mim. E todo mundo quer saber ido onde e com quem, mas a única resposta que eu tenho, é essa. Indo.

sexta-feira, dezembro 26, 2008

Diálogos de Natal

Minha irmã e a filha do meu tio, que tem um filho de três anos comentavam algo sobre Papai Noel de shopping. Eu estava perto, a conversa me chegava entrecortada. Ouvi coisas como... tem que pagar... Acho que a minha irmã perguntou o preço e eu só ouvi a Bianca dizendo:
- Uns 25, 30 reais.
Mayra: TRINTA REAIS PRA SENTAR NO COLO DE UM CARA?

se eu fosse homem...

terça-feira, dezembro 23, 2008

Hand in my pocket

Hoje quando abri o player ao invés de, como sempre, deixar vir aleatoriamente a primeira música que meu player resolvesse hoje, eu mesma me direcionei: Alanis, Hand in my pocket.

"I'm sane but I'm overwhelmed
I'm lost but I'm hopeful, baby
What it all comes down to
Is that everything's gonna be fine, fine, fine
'Cause I've got one hand in my pocket
And the other one is giving a high five

I feel drunk but I'm sober, I'm young and I'm underpaid
I'm tired but I'm working, yeah
I care but I'm restless, I'm here but I'm really gone
I'm wrong and I'm sorry baby

(...)
I'm free but I'm focused,
I'm green but I'm wise
I'm hard but I'm friendly, baby
I'm sad but I'm laughing,
I'm brave but I'm chicken shit,
I'm sick but I'm pretty, baby"

Eu abri a minha caixa de e-mails. Juntei com esta manhã, juntei com as últimas semanas e semana que vem, e talvez, quem sabe, dois mil e nove e me dei conta de que eu fechei um ciclo. Um. Com um zilhão de ciclos em aberto, é claro. Vida, tudo ao mesmo tempo, Vanilla sky, ".every passing minute is another chance to turn it all around". Talvez um zilhão de ciclos abertos não seja tão ruim assim. Talvez não passem de apenas possibilidades. Sem expectativas. Possibilidades, apenas. Podendo, é claro, dar mais da metade delas aberto. Mas se elas existem, what really can I do? I´m lost but I´m hopefull.

quinta-feira, dezembro 18, 2008

Rainha guerreira

Ontem foi o amigo oculto/festa de confraternização de um dos estágios. Daquele estágio, daquele que não tem muito a ver comigo e que eu trabalho numa sala separada dos outros estagiários que são todos de ciências atuariais e estatística.
Enfim, tirei um deles que não tinha a menor idéia de quem fosse. Perguntei pra minha tia quem era o fulano e ela me responde: Ah, é o que não participou do seminário porque estava doente.
Olhei com aquela cara de: legal, fiquei na mesma!
Mas enfim, o valor era 10 reais, cada pessoa dizia o que queria e tava tudo certo. A pessoa pediu uma agenda. Pensei: ah, fácil. Comprei a agenda.
O ruim é que, era um daqueles amigos (?) - ocultos (?) no qual vc tem que descrever a pessoa. Indo por eliminação porque todos os homens já tinham sido tirados, pensei: Bom, só pode ser aquele ali.
Então chega a vez do dito cujo falar, chega a seguinte descrição:

A minha amiga - oculta, eu não conheço muito bem para falar sobre ela. Só posso dizer que tem um estilo próprio, tem um nome indígena. ( A essa altura todo mundo já sabia que era eu porque estilo próprio leia-se: a única daqui que não é patricinha) e eu pesquisei o nome, quer dizer: Rainha guerreira, dona dos animais, inteligente.

Começam com aquele estardalhaço adolescente de "aí hein, ganhou pra hj" e eu com vontade de morrer. Fiquei com tanta vergonha que a minha única reação foi: eu tbm te tirei, toma teu presente.
Sério, why bother? Isso tudo é só porque eu sou sobrinha da chefe?

segunda-feira, dezembro 15, 2008

Inconveniências

Já não bastasse a greve, agora também tem a nossa querida Madge para atrapalhar minha formação acadêmica. Idéia de jerico colocar Madonna pra tocar do lado de uma Universidade (cof cof) de respeito num dia de semana.
Chego na Uerj e a entrada pela qual eu sempre entro, está fechada. Professores da noite cancelando as aulas.
Vaca! Nem pra deixar a gente ouvir o show de graça daqui de cima!